INDÚSTRIA

Indústria Química

A DIGITALIZAÇÃO DO SETOR QUÍMICO MELHORA
A SEGURANÇA E OTIMIZA A PRODUTIVIDADE

Alguns acreditam que o aumento da segurança contraria a produção, mas a digitalização evita esse conflito

Não há dúvidas de que a COVID-19 mudou nossas vidas. Tivemos que ficar em casa e aprender a viver confinados por muitas semanas para nos proteger. Comércios ficaram paralisados e empregos foram perdidos. Além disso, nos reinventamos e nos adaptamos para trabalhar remotamente em casa.

O chamado “novo normal”, que nos obriga a sair para a rua com máscaras e protetores faciais e a manter o distanciamento social, também faz parte dessa mudança que adotamos até que se encontre a cura para o vírus. Não devemos baixar a guarda.

Quem não abaixou a guarda e se adaptou às mudanças foram as empresas do setor químico. Antes da pandemia, o setor estava contornando os obstáculos gerados pela guerra comercial dos Estados Unidos contra a China (e vice-versa), afetando a demanda do mercado internacional. Agora, a abordagem é diferente. Em nossa opinião, eles fazem um ajuste necessário em tempos incertos. De que maneira? Otimizando a produção e a segurança de suas fábricas por meio da digitalização.

“Estamos trabalhando mais no aumento da segurança e na eficiência das fábricas. Não buscamos tanto aumentar a produção porque o mercado está um pouco saturado; portanto, a digitalização é uma ferramenta que ajuda o produtor de produtos químicos a melhorar a eficiência, já que não é mais possível reduzir custos ou contratar pessoal. Já realizamos todos os cortes possíveis, e agora devemos priorizar outras coisas. E a digitalização ajuda justamente o setor químico a continuar otimizando e produzindo com mais eficiência”, ressaltou Andrés Sammartino, gerente do setor de gás, petróleo e química da Rockwell Automation na América Latina.

Na verdade, o que Sammartino também aponta é que a produção eficiente impede o reprocessamento na produção e oferece outras vantagens:

1 . Aumento da qualidade porque o cliente exige excelência nos produtos)

2. Reduz o custo de energia, considerando que, por exemplo, no setor petroquímico, a demanda por energia é muito alta.

3. Aumenta a eficiência da operação.

 

 

 

 

 

Segurança não é atraso

 Dentro da grande cadeia que faz do setor químico um dos mais importantes do mundo, está o campo da segurança. “Alguns acham que a segurança vai contra a produção; no entanto, a digitalização evita esse conflito ao tentar garantir que a fábrica de produtos químicos tenha o mesmo nível de segurança que tem agora ou um nível ainda maior, mas aumentando a produtividade”, afirma o especialista.

A implementação de um sistema de segurança instrumentado (SIS) devidamente projetado e instalado minimiza os possíveis riscos à fábrica que poderiam causar efeitos adversos nos funcionários, nos ativos e no meio ambiente.

“E fazemos isso a partir de informações de diagnóstico e monitoração que os sistemas de controle e de segurança têm. Com essas ferramentas e as análises extraídas de diferentes equipamentos e do processo, é possível aumentar a segurança sem comprometer a produção”, disse o especialista, acrescentando que essas ferramentas melhoram a manutenção preventiva e preditiva, reduzindo os custos de reparo no futuro.

“Acredito que os empresários já entenderam que a mudança é necessária. Durante a pandemia, vimos casos de algumas empresas que formaram grupos de transformação digital. Eles estão levando isso muito a sério”, concluiu.

 
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